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O conservante bacteriano emprega-se durante a etapa do massagem das peças
e do repouso respectivo a fim de extrair as proteínas solúveis,
que efetuado a maior temperatura em um menor tempo, proporciona uma correta
liga. Este produto inibe a flora contaminante indesejável que encontra-se
presente, previamente ao processo de autoclavado. As peças uma vez
formadas são submetidas à cocção em autoclaves.
Este tratamento térmico produz a morte do Lactococcus lactis, e no
caso de detecção desta bactéria posteriormente, isto
estaria indicando defeitos no processo de elaboração. Por outra
parte a atividade do conservante continua devido a presença de bactericidas
termoestáveis, que ajudam na melhor conservação dos produtos
elaborados nas temperaturas recomendadas.
Assim,
também para o caso dos embutidos frescos, a presença do conservante
bacteriano colabora na melhor conservação dos produtos mencionados
durante sua vida útil, diretamente pela presença do Lactococo
que compete com a flora indesejável, assim como também com os
ácidos orgânicos e bacterianos produzidos.
Alem
disto, logra-se uma maior segurança na manutenção das
características organolepticas durante as diferentes etapas de sua
comercialização, melhorando também as condições
do sabor no produto obtido.
Classe
de utilização:
1 pote para 200 kg a 1000 kg de produto.
Modo
de colocação:
Diluir o conteúdo do vasilhame em 500 ml de água potável
fria (não utilizar água quente), incorporando-o diretamente
quando inicia-se o “massagem” dos pedaços no tambor respectivo
(para o caso dos produtos em que efetua-se o manuseio) e na misturadora da
pasta para os embutidos crús previamente ao processo de fabricação
do embutido.
Conservação
:
A –18o.C durante 6 meses e a –5o.C. a –15o. C durante 10
dias.
Características:
Vasilhame de 50 ml e 100 ml de liquido congelado.
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